A Anemia Infecciosa Eqüina é uma doença infecciosa de eqüídeos causada por um lentivirus. A doença se caracteriza pela apresentação de três formas clínicas diferentes: aguda, crônica e inaparente .

Os lentivirus contem como material genético RNA. Apesar da grande variação genética entre as amostras virais, a proteína p26 utilizada no diagnóstico é estável e específica em todas as amostras do vírus da AIE.

O lentivirus da Anemia Infecciosa Eqüina apresenta in vivo tropismo pelos macrófagos mas in vitro se replica em outros tipos celulares.

A replicação viral realiza-se em cultura de longa duração de fibroblastos a partir de vesículas de 0.2 a 1.2 microns de derme eqüina (foto da célula abaixo).

A técnica de imunodifusão em gel de agar (IDGA) é o procedimento de diagnóstico para AIE mais amplamente aceitado. O teste detecta anticorpos contra o antígeno p26 do vírus da AIE (principal proteína do core viral).

A vantagem que apresenta a técnica de imunodifusão (IDGA) no diagnóstico da Anemia Infecciosa Eqüina é a de poder diferenciar especificamente antígenos molecularmente muito próximos, devido à leitura da reação de identidade.


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Antígeno p26 da Anemia Infecciosa Eqüina
Célula de 20 microns de diâmetro.Dupla membrana nuclear se distingue na borda inferior do núcleo (seta maior). Poros nucleares presentes(setas menores). Ao redor do núcleo e dispersas no citoplasma se distinguem numerosas formações tipo complexo de Golgi, dois deles com as cisternas fusionadas em um dos lados (G). Vesículas secretoras com granulos internos (vd) de 400 nm de tamanho.
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Laboratórios Bruch - Anemia Infecciosa Eqüina ( AIE )
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